terça-feira, 7 de março de 2017

Tem coisas que a gente decora...

Sabe aquela frase que você ouviu, achou legal e decorou pra usar algum dia?
Eu tenho um certo repertório.
Mês passado eu não conseguia tirar da cabeça uma frase que vi na peça "Tudo o que há Flora": "Parceiro, quem mandou olhar pro lado, dormir no ponto e deixar o lance correr solto? Eu só peguei carona!"

Eu tive que escrever num papel para ver se ela saía da cabeça

quinta-feira, 2 de março de 2017

Intuição

Quando sigo a intuição e dá certo, maravilha! Quando sigo a intuição e dá errado, eu sempre acho que eu não segui direito. :-/

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Seja você!

Como eu acho difícil saber quem eu sou de verdade. Ter que lidar com pessoas diferentes, cheio de dedos com alguns para não criar confusão. Espontâneo demais com outros porque é permitido. Arredio com fulano, ressabiado com cicrano. Não sei quem devo ser em horas do dia, mas tenho a consciência de que também não há um modo certo de agir. Mas onde está o "eu mesmo"? Parece que ele se perde no mundo dos eus que tenho que ser com cada um daqueles que passam pelas horas dos meus dias. E se é difícil saber quem eu sou, imagina saber o que eu quero? Não sei! Realmente não sei. Fora que ainda tem o medo do arrependimento: e se eu escolher alguma coisa e depois perveber que a outra teria sido melhor?
Quando a dúvida cresce, tento me lembrar:
1-Vamos todos morrer mesmo.
2-Se der medo, vai com medo mesmo.
Algumas vezes ajuda, nem sempre.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Wicked

Eu adoro a sensação de entrar numa peça de teatro, num filme, num musical e esquecer da vida e do tempo. Mergulhar naquele mundo e conviver com os personagens viver a história junto com todo mundo, como se fosse um breve parênteses na vida.
Estava em São Paulo turistando com amigos e um dos programas era assistir a montagem brasileira do musical Wicked. Foi espetacular, pena que já encerrou a temporada ( que não sei se será renovada), senão iria de novo.
A história do Mágico de Oz é conhecida de quase todo mundo, eu acho. Não me lembro se vi em algum filme, mas recordo de ter lido alguns livros e visto desenhos animados quando criança sobre a história da Doroty e isso me deu a base necessária para compreender perfeitamente a história das bruxas Wicked.
Fiquei com vontade de ver o musical na Broadway em NY. :-) Só isso!

Eu não canso de ouvir:

https://www.youtube.com/watch?v=pIEtqyFEKiM
https://www.youtube.com/watch?v=EFbuID1QG0Y
https://www.youtube.com/watch?v=008tSal_lp4

Rolou até um desenho de canetinha, marca texto e bic vermelha em A4 ;-)

Hoje na timeline do Facebook resolvi clicar em um link da Revista Vida Simples que alguém compartilhou:

http://vidasimples.uol.com.br/noticias/mitos-e-jornadas/e-ok-nao-saber.phtml#.WJrtSDsrIdW

"É ok não saber
Nem sempre sabemos as respostas para as inquietações. E tudo bem, porque muitas vezes não estamos prontos para ouvi-las"

Texto de leitura fácil e simples. Concordo que seja OK não saber. Quantas coisas a gente não sabe? Discordo de quem diz que temos que ser decididos em tudo e se tomarmos uma decisão devemos ir até o final... Sim, devemos ser firmes. Até na dúvida. Como assim? Assim: tenho certeza que estou em dúvida. E, após tomada a decisão, devemos ir até o final também, mas podemos mudar de ideia no meio do caminho. É tão "Ok" quanto não saber.

Como diria o Renato (Russo): Viver é foda, morrer é difícil. ;-)





segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Amor & Sexo - Globo

Eu não canso de ver o programa de estréia de temporada do Amor & Sexo da Globo (sim, da Globo, por que não?).

O episódio foi visualmente lindo, trouxe questões feministas que (infelizmente) precisam ser consolidadas ainda hoje (mas felizmente podemos falar disso na Globo), apresentou Pablo Vittar como cantora da Banda, Fernanda Lima cantou, dançou e apresentou e tudo terminou com a F@*$& da Elza Soares ! S2 Tem como não amar?

Recomendadíssimo: https://globoplay.globo.com/v/5605630/


Gesture Drawing #9324789237489
Eu IA perguntar para a Folha de S. Paulo por que os nomes próprios dos colunistas no site não inciam com letra maiúscula, mas já perdi mais de 3 minutos procurando um e-mail possível, não achei. Achei formulários enormes, FAX, telefone, mas não achei e-mail. Então acho que vou ficar na dúvida.
:-(
Uma opinião de colunista me chamou a atenção semana passada. Inclusive porque foi motivo de discussão em um grupo de Whatsapp do qual faço parte. Alguém enviou a opinião do jornalista/colunista da folha ‘joão pereira coutinho’ (em letras minúsculas – assim como no site da folha – por que será? Perguntarei) com o título “Estilistas que desprezaram mulher de Trump têm a misoginia do presidente” fiquei curioso. Tentei reproduzir a matéria aqui, mas a Folha de São Paulo não deixa:

“Para compartilhar esse conteúdo, por favor utilize o link http://www1.folha.uol.com.br/colunas/joaopereiracoutinho/2017/01/1854363-estilistas-que-desprezaram-mulher-de-trump-tem-a-misoginia-do-presidente.shtml ou as ferramentas oferecidas na página. Textos, fotos, artes e vídeos da Folha estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral. Não reproduza o conteúdo do jornal em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização da Folhapress (pesquisa@folhapress.com.br). As regras têm como objetivo proteger o investimento que a Folha faz na qualidade de seu jornalismo. Se precisa copiar trecho de texto da Folha para uso privado, por favor logue-se como assinante ou cadastrado.”

(Acho curioso esse tipo de proteção de notícias da internet)

Bem, houve a polêmica sobre quem faria o vestido da cerimônia de posse a primeira dama, blá blá blá... muitos estilistas, segundo consta, se recusaram a fazer (Christian Siriano, Marc Jacobs, Tom Ford, Sophie Thallet, Phillip Lim, Derek Lam, Humberto Leon, Timo Weiland e Naeem Khan – segundo a Maria Claire no site http://revistamarieclaire.globo.com/Moda/noticia/2017/01/os-estilistas-que-toparam-e-os-que-se-recusaram-vestir-melania-trump.html - visitado hoje - 06/02/2017).

O colunista começa chamando os estilistas de criadores de trapos e destaca Tom Ford afirmando que o profissional teria sido grosseiro ao afirmar que não gostaria de ter seu nome associado à Sra Trump – sendo, portanto, mal educado. Melania Trump teria sido humilhada “como uma encarnação da peste” segundo o colunista. Enfim, a matéria está disponível online para quem quiser ler.
Definamos misoginia, segundo o Google: Misoginia é a repulsa, desprezo ou ódio contra as mulheres. Esta forma de aversão mórbida e patológica ao sexo feminino está diretamente relacionada com a violência que é praticada contra a mulher.

Não entendo. Estilistas vivem de vender roupas, mulheres são suas musas inspiradoras (geralmente e principalmente). Melania Trump não foi recusada por ser mulher (e cada um se casa com quem quer), como humilhar tanto assim a primeira dama do país mais poderoso do mundo casada com um dos homens mais ricos (e poderosos) do mundo? Pobre Melania, tão coitada que teve um vestido (muito bem) feito por R.L. Nem Tom Ford nem os outros que se recusaram são fabricantes de trapos, valem milhões de dólares e são formadores de opinião – assim como RL. As recusas não foram feitas a qualquer uma em qualquer tempo num ato de preconceito aleatório. Melania tem sua importância e sua imagem mundial associada a Trump (Assim como as tantas outras esposas de presidentes de todos os países). A cerimônia de posse era do Trump (bilionário presidente dos EUA!!!!!). Convenhamos que trapos não seriam, de nenhum dos estilistas – o mundo iria comentar a vestimenta – e comentou.

Apoio o Tom Ford – protesta quem quer e onde quer (e por ideias muito louváveis por sinal). Apoio Ralph Lauren: eu vendo, quem paga, leva (ninguém sabe das opiniões de RL – se elas foram levadas em consideração ou se foi apenas comércio).
Ganharam todos: quantas citações em quantos jornais do mundo? Até aqui! Parabéns Tom Ford e Ralph Lauren! Parabéns Melania Trump - divou!

Perdi eu: Tempo para justificar minhas opiniões no grupo do Whatsapp. L



Hobby # 189378764328 - Gesture Drawing

Nesta manhã chuvosa de segunda-feira, cheio de coisas na agenda e ideias na cabeça, lembrei que tenho um Blog com meu nome. O site não tem lá muita audiência, quase nenhuma. Já fiz de tudo um pouco com a página, já apaguei e recomecei inúmeras vezes. O Blog não tem muita vida, mas ele não morre, ele guarda minhas coisas melhor que eu mesmo. Já quis fazer um repositório/portfólio de fotos e desenhos, mas convenhamos que o Instagram faz melhor. Já quis manter contato com amigos e parentes, mas temos o Facebook, já quis expor ideias curtas, mas para isso existe o Twitter – que eu raramente uso. E para que serve um blog? Ou melhor: para que serve o meu blog? Eu não tenho uma linha de pensamentos muito focada: em cada momento da vida a cada dia eu mudo de ideia, quero algo novo, preciso fazer o que quero fazer. Eu tenho ideias e vontades que fogem e somem com a mesma facilidade com que aparecem. Tenho minhas opiniões que mudam de acordo com o que aprendo, leio e vivencio. Talvez para isso seja o meu Blog e hoje (HOJE) estou disposto a cuidar melhor dele. Talvez amanhã eu mude de ideia.


Gosto de pintar bancos e cantos. Por que? Não sei!